sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Governador diz que Japão pode financiar contrapartida para empréstimo com Banco Mundial

O governador Siqueira Campos (PSDB) fez nesta quinta-feira, 1º, durante entrevista coletiva, um balanço de sua missão oficial ao Japão e afirmou que entre os principais assuntos discutidos com o governo japonês estavam o financiamento da contrapartida, no valor dentre US$ 50 milhões e US$ 90 milhões, para o empréstimo com o Banco Mundial para o Programa de Desenvolvimento Regional Sustentável Integrado (PDRIS).

O governador afirmou que apresentou a proposta e que representantes do governo e de instituições japonesas de financiamento sinalizaram positivamente, mas não deu prazo para uma resposta à proposta.

Siqueira Campos afirmou também que apresentou projetos de financiamento de equipamentos hospitalares e negociações com empresários nas áreas de celulose, fruticultura e aquicultura. “Estive no Japão também para equipar os nossos hospitais, organizar todas as unidades básicas de atendimento em nosso estado. Eles disseram sim. A única coisa que basta é o estudo dos projetos e a elaboração dos convênios”, afirmou.

Em mais de uma hora de conversa com jornalistas, perguntado sobre os custos da viagem ao Japão, o governador afirmou não saber exatamente quanto o estado gastou com a missão oficial e minimizou a questão. “O responsável pelo setor de contas não sou eu. O mais importante é aquilo que agente buscou e viu uma grande possibilidade de obter para o nosso povo. Nenhuma dessas viagens impôs sacrifício aos cofres públicos fora do que é normal”, assegurou.

Sobre a recomendação que fez do Japão aos secretários estaduais que têm pretensões de disputar eleições no ano que vem, para que eles deixem o governo até o dia 31 deste mês, Siqueira disse que é um critério do seu governo. “Você não pode segurar o secretário que tem projeto político, que quer ser prefeito, por mais que ele seja bom. Mas quer ser candidato, se afaste do governo”, afirmou.

Perguntada sua opinião sobre a polêmica possibilidade da expansão do Plano Diretor de Palmas, o governador enfatizou a autonomia da Câmara de Palmas para discutir o assunto, mas se queixou de não ter sido ouvido sobre o assunto. Siqueira, entretanto, não se manifestou a favor ou contra a proposta e assegurou que, em todos as quatro vezes que esteve no governo, sempre doou áreas em poder do Estado na Capital para a prefeitura.

Fonte: Portal CT

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