quarta-feira, 1 de junho de 2011

TOCANTINS: OPERAÇÃO INCONFIDENTE - Polícia vasculha casa de filho de deputado

Foi deflagrada na manhã desta quarta-feira a operação Inconfidente, da Polícia Civil, que investiga a morte do oficial de Justiça de Miracema Vanthieu Ribeiro da Silva. O oficial foi morto no dia 20 de março e seu corpo encontrado cinco dias depois, no Lago de Lajeado. A casa do ex-presidente do Naturatins Stalin Bucar Júnior, em Palmas, foi um dos locais onde os policiais do
Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote) cumpriram mandados de busca e apreensão. Também foram feitas buscas no escritório dele, em Miranorte, e em Aparecida do Rio Negro. Mais informações daqui a pouco.
Os sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos nas residências de Pedro Paulo Ferreira, Mário Ferreira Neto, Stalin Beze Bucar, Raimundo Nonato Carneiro, Viviane Raquel da Silva,  Délio e ao escritório de  Stalin Beze Bucar, em Miranorte, segundo informou a Secretaria da Segurança, Justiça e Cidadania (SSJC).
O objetivo, segundo a SSJC, "é reprimir o crime organizado, inclusive quanto aos crimes praticados contra a administração pública, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e homicídio, além de subsidiar investigações em curso referente ao homicídio do oficial de Justiça Vanthieu Ribeiro da Silva, da Comarca de Miracema, desaparecido no dia 20 de março de 2011".
A operação cumpre ordem do delegado-geral de Polícia Civil, João Luis Pompeu de Pina, sendo coordenada pelo titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais Complexas (Deic), Evaldo de Oliveira Gomes. Participaram da ação 46 policiais civis da Deic e do Gote.
Segundo a SSJC, Vanthieu foi vítima da quadrilha por ter sido uma espécie de "inconfidente" do grupo que atuava no fórum de Miracema, o que teria motivado o assassinato do oficial, que teria sido uma queima de arquivo. Além de colegas de profissão, estavam por trás do esquema uma juíza de direito, uma promotora de Justiça e advogados, cujos nomes não foram revelados pela SSJC.
Stalin Bucar Júnior não acompanhou o cumprimento do mandado em sua residência, porque estaria em Carolina, no Maranhão. Sua esposa, Simone Bucar, foi prestar depoimento na Deic.
O pai do investigado, deputado estadual Stalin Bucar, acompanhou as buscas na casa do filho e falou rapidamente com a imprensa. Disse que não tinha detalhes da investigação, mas considerou a ação tranquila. (Informações de Tatiane Souza e da assessoria da SSJC)

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